Nesses dias turbulentos e atarefados, de noites não dormidas, provas e trabalhos, era de se esperar um estresse estressante. Duas faculdades levadas simultâneamente... isso é só para loucos (caretas não).
Mas uma coisa me fez dar risada e melhorou o ânimo do meu dia, uma coisa original, uma idéia simples, mas muito boa. Um fenômeno da internet, também, com mais de 6,5 milhões de visualizações no YouTube.
Trata-se desse vídeo da banda Ok Go, videoclipe da canção "Here it Goes Again". De tão simples e genial, a idéia cativa, pois mostra que você mesmo a poderia ter pensado e executado. Além de ser divertidíssimo e da música ser envolvente, claro. Realmente, vale o meu post. Veja o vídeo abaixo.
venerdì, settembre 22, 2006
sabato, settembre 16, 2006
The Drunk Hairdresser
O negócio é ir cortar o cabelo com o cabeleireiro bêbado, te garanto que vai ficar lindo o corte...
Imagine só, você chega na barbearia (salão é coisa de fresco) vazia, num fim de tarde de um sábado chuvoso. Só está o proprietário (suposto cabeleireiro) assistindo um jogo de futebol na televisão, tomando uma latinha de cerveja e fumando um cigarro. Até aí tudo bem, já que o salão está vazio, você supõe que ele estava relaxando um pouco.
Assim, você é levado para lavar o cabelo naquelas poltronas, e percebe algo estranho, mas como você não vê nada, só o teto, então não releva isso. Depois passa para a cadeira de cortar cabelo e você vê pelo espelho o esforço do cara para cortar reto, vê seus movimentos das mãos um tanto quanto descoordenados da tesoura e do pente, movimentos lentos, além disso ele parece que está fazendo um esforço tremendo para não dormir ali mesmo.
Você começa a ligar os fatos e se precipita a suspeitar da lucidez do indivíduo. E essa suspeita só aumenta com o passar dos minutos e dos cortes imprecisos, fora o odor de cerveja exalado. No momento que ele quase derruba o pente, você cogita ter certeza que ele está bêbado. Mas para não ser tão injusto, você também especula que talvez o sujeito tenha a inabilidade de cortar cabelo, independente do nível alcoólico no sangue...
Então, você pergunta, temendo pelo resultado daquela sessão em sua cabeleira transada:
- Hã, senhor, o senhor não está meio alterado? Parece que o senhor está meio alterado, por causa da cerveja ali, não sei.
- Não, por que pergunta?
- É que você está cortando meio errado, não sei né...
- Em absoluto, eu só tomei meia lata e porque eu já estava fechando.
- Ahn... então tá...

Não convencido pela resposta, você fica ali cabreiro. Pensa em mandar parar ali mesmo a aparação e externar sua insatisfação, mas teme ofender demais o pobre suposto bêbado. Então você fica naquele dilema, e lembra do programa 'O Aprendiz' com Roberto Justus, que se estivesse nessa situação já teria demitido o elemento (um pensamento deveras aleatório, diga-se de passagem).
Cada minuto de dúvida é um tufo de cabelo a menos e um estrago a mais. Então você demora demais para decidir e se decide por ficar ali mesmo e ver se o resultado final não será tão ruim assim. O nome disso é falta de firmeza. E você passa aqueles minutos agoniantes de descontentamento, que por sinal demoram a passar.
Enquanto isso, fica pensando no que dizer ao infeliz, pensando que não vai pagar por um corte mal-feito. Reflete que falta a ele delicadeza de caráter por aceitar fazer o serviço nas condições em que se encontrava, se revolta em seu interior, mas não toma a atitude que era necessária no momento certo.
Mas, os minutos que não transcorriam, transcorrem e o resultado não foi desastroso, mas foi péssimo. Nesse momento, você já estava decidido a não pagar e já sabia como iria expressar seu aborrecimento. Ao terminar do trabalho, você levanta, e hesita, perguntando quanto foi, mas por fim acaba mantendo sua posição e diz o que estava pensando:
- Olha, o senhor está meio alterado...
- Por favor, não estou alterado.
- Ou o senhor está alterado ou não sabe cortar cabelo.
- Tudo bem, não precisa pagar.
Então se retira. O tipo pelo menos foi humilde e não foi rude, aceitando as críticas. Você se retira um tanto exaltado, pois foi um momento de superação interior e leva alguns minutos para absorver isso.
Pois é, se isso fosse um acontecimento real mesmo, seria um conto digno de ser publicado num blog não acham?
Imagine só, você chega na barbearia (salão é coisa de fresco) vazia, num fim de tarde de um sábado chuvoso. Só está o proprietário (suposto cabeleireiro) assistindo um jogo de futebol na televisão, tomando uma latinha de cerveja e fumando um cigarro. Até aí tudo bem, já que o salão está vazio, você supõe que ele estava relaxando um pouco.
Assim, você é levado para lavar o cabelo naquelas poltronas, e percebe algo estranho, mas como você não vê nada, só o teto, então não releva isso. Depois passa para a cadeira de cortar cabelo e você vê pelo espelho o esforço do cara para cortar reto, vê seus movimentos das mãos um tanto quanto descoordenados da tesoura e do pente, movimentos lentos, além disso ele parece que está fazendo um esforço tremendo para não dormir ali mesmo.
Você começa a ligar os fatos e se precipita a suspeitar da lucidez do indivíduo. E essa suspeita só aumenta com o passar dos minutos e dos cortes imprecisos, fora o odor de cerveja exalado. No momento que ele quase derruba o pente, você cogita ter certeza que ele está bêbado. Mas para não ser tão injusto, você também especula que talvez o sujeito tenha a inabilidade de cortar cabelo, independente do nível alcoólico no sangue...
Então, você pergunta, temendo pelo resultado daquela sessão em sua cabeleira transada:
- Hã, senhor, o senhor não está meio alterado? Parece que o senhor está meio alterado, por causa da cerveja ali, não sei.
- Não, por que pergunta?
- É que você está cortando meio errado, não sei né...
- Em absoluto, eu só tomei meia lata e porque eu já estava fechando.
- Ahn... então tá...

Não convencido pela resposta, você fica ali cabreiro. Pensa em mandar parar ali mesmo a aparação e externar sua insatisfação, mas teme ofender demais o pobre suposto bêbado. Então você fica naquele dilema, e lembra do programa 'O Aprendiz' com Roberto Justus, que se estivesse nessa situação já teria demitido o elemento (um pensamento deveras aleatório, diga-se de passagem).
Cada minuto de dúvida é um tufo de cabelo a menos e um estrago a mais. Então você demora demais para decidir e se decide por ficar ali mesmo e ver se o resultado final não será tão ruim assim. O nome disso é falta de firmeza. E você passa aqueles minutos agoniantes de descontentamento, que por sinal demoram a passar.
Enquanto isso, fica pensando no que dizer ao infeliz, pensando que não vai pagar por um corte mal-feito. Reflete que falta a ele delicadeza de caráter por aceitar fazer o serviço nas condições em que se encontrava, se revolta em seu interior, mas não toma a atitude que era necessária no momento certo.
Mas, os minutos que não transcorriam, transcorrem e o resultado não foi desastroso, mas foi péssimo. Nesse momento, você já estava decidido a não pagar e já sabia como iria expressar seu aborrecimento. Ao terminar do trabalho, você levanta, e hesita, perguntando quanto foi, mas por fim acaba mantendo sua posição e diz o que estava pensando:
- Olha, o senhor está meio alterado...
- Por favor, não estou alterado.
- Ou o senhor está alterado ou não sabe cortar cabelo.
- Tudo bem, não precisa pagar.
Então se retira. O tipo pelo menos foi humilde e não foi rude, aceitando as críticas. Você se retira um tanto exaltado, pois foi um momento de superação interior e leva alguns minutos para absorver isso.
Pois é, se isso fosse um acontecimento real mesmo, seria um conto digno de ser publicado num blog não acham?
giovedì, settembre 14, 2006
The "mothafuckin" Twix from hell
Fizeram um Twix gigante! Se você quiser tentar, têm todos os passo no blog The "mothafuckin" Twix from hell.
Uns dizem que é um viral (publicidade distribuída informalmente pelo prórpio público-alvo, ou seja, uma propaganda sem cara de propaganda, com cara de algo caseiro, que os amigos repassam, pois acharam legal). Para mim não parece uma propaganda (mas mão é essa a idéia de um viral?), mas o ocultamento das outras marcas exceto a do Twix pode denunciar...
Está aí uma idéia maneira, que já até renderam propostas (creio que de trabalho) para os realizadores do Mothafuckin Twix from hell. Um grupo de amigos, que adoram Twix, se reuniram para dar boas risadas e comer chocolate.
Ponto para eles!
Uns dizem que é um viral (publicidade distribuída informalmente pelo prórpio público-alvo, ou seja, uma propaganda sem cara de propaganda, com cara de algo caseiro, que os amigos repassam, pois acharam legal). Para mim não parece uma propaganda (mas mão é essa a idéia de um viral?), mas o ocultamento das outras marcas exceto a do Twix pode denunciar...
Está aí uma idéia maneira, que já até renderam propostas (creio que de trabalho) para os realizadores do Mothafuckin Twix from hell. Um grupo de amigos, que adoram Twix, se reuniram para dar boas risadas e comer chocolate.
Ponto para eles!
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